Home / Sobre Séries / La Casa de Papel o Fenômeno

La Casa de Papel o Fenômeno

A série espanhola La Casa de Papel transcendeu fronteiras e se tornou um verdadeiro fenômeno global. De fato, a produção da Netflix conquistou milhões de fãs com sua trama envolvente e personagens cativantes.

Originalmente, a série foi exibida em um canal de TV espanhol e quase foi cancelada. Contudo, ao ser incluída no catálogo da Netflix, ganhou uma nova vida e o reconhecimento merecido.

O sucesso de La Casa de Papel prova que boas histórias não têm barreiras de idioma.

A narrativa de um grupo de criminosos que planeja os assaltos mais ambiciosos da história da Espanha se tornou um marco na cultura pop.

Além disso, a série conseguiu gerar identificação com o público ao abordar temas de resistência e rebeldia.


O Início de La Casa de Papel: O Plano do Professor

Quem é o Professor e Qual o Seu Objetivo?

O coração da operação é o misterioso “Professor” (Sergio Marquina). Ele é o mentor por trás dos assaltos à Casa da Moeda Real da Espanha e ao Banco da Espanha.

O Professor é um estrategista brilhante, meticuloso, e que acredita na justiça de seus atos. Ele recruta um grupo de indivíduos com habilidades únicas, dando a eles nomes de cidades para proteger suas identidades.

O objetivo inicial não era apenas roubar, mas sim realizar um ato de resistência contra o sistema. Eles queriam imprimir seu próprio dinheiro, sem derramar sangue.

Portanto, a intenção era simbólica, transformando os ladrões em heróis populares para muitos.


Personagens Marcantes e Suas Relações

O Carisma dos Codinomes de Cidades

Um dos grandes trunfos da série é o desenvolvimento de seus personagens. Cada um dos assaltantes traz uma história de fundo complexa e emocionante.

Por exemplo, a impulsiva Tóquio (Silene Oliveira) atua como a narradora da história, e sua paixão por Rio (Aníbal Cortés) é um elemento central.

Por conseguinte, temos Berlim (Andrés de Fonollosa), o irmão do Professor, um personagem complexo e elegante, que apesar de suas falhas, é inegavelmente carismático.

Nairóbi (Ágata Giménez) se destaca por sua força e o famoso lema: “Começa o matriarcado!”.

Finalmente, a inspetora Raquel Murillo, que se torna a aliada “Lisboa”, é fundamental para o desenrolar da trama, provando que até mesmo os lados opostos podem se unir.

Uniformes e Símbolos de Rebeldia

O macacão vermelho e a máscara de Salvador Dalí se tornaram ícones globais. Esses elementos representam a resistência e a luta contra o status quo.

A máscara, em particular, simboliza a anarquia e a revolução. A série utiliza esses símbolos para transformar um assalto em um movimento social.


A Força da Trilha Sonora e o Legado

Bella Ciao: Um Hino de Liberdade

A canção italiana “Bella Ciao” virou a trilha sonora não oficial de La Casa de Papel. A música, historicamente ligada à resistência antifascista, ressoa perfeitamente com o espírito de rebeldia dos ladrões.

A emoção que a música carrega eleva as cenas mais tensas. A propósito, a trilha sonora original, “My Life Is Going On” de Cecilia Krull, também é inconfundível.

O legado da série é inegável. Ela abriu portas para produções de língua não inglesa na Netflix. Além disso, a narrativa de assalto, cheia de reviravoltas e emoção, inspirou outras produções.

O spin-off focado em Berlim reforça a permanência deste universo no imaginário popular.


La Casa de Papel: Resumo

A série La Casa de Papel é um thriller de assalto que segue o plano audacioso do Professor e sua equipe de ladrões, todos com codinomes de cidades, visando a Casa da Moeda e o Banco da Espanha.

Ela mistura ação intensa, romance, e forte crítica social. O sucesso da série está na construção complexa dos personagens, na imprevisibilidade do roteiro e nos símbolos de resistência que adotou.

Por fim, se você busca uma série cheia de adrenalina e coração, esta é a escolha certa.

Siga nas redes sociais @telascinemas

Marcado: